Artigo publicado na newsletter de AD Consultores

Um varejo renovado.

Já vai longe o tempo em que bastava abrir as portas e faturar. A competitividade, o alto padrão de exigência dos clientes e consumidores, pautado pela intensidade de acesso à informação pela internet e a sempre presente briga por mark-up, fazem do varejista hoje, mais do que um lutador, um verdadeiro trapezista:muitas vezes no ar, outras tantas segurando a barra. Arriscar sem comprometer o negócio, esticar os músculos sem arrebentá-los e ir ao encontro do cliente sem ir de encontro a ele, passaram a ser as melhores práticas diárias e a política acertada com a dose de arrojo e intrepidez necessárias para manter o negócio sempre vivo e vivaz, nunca esquecendo de que o lucro é o que mantém vivas as empresas em condições de continuar competindo e se colocando no rastro da perpetuação. O constante aprimoramento da equipe como um domador que treina e tira o melhor de seus leões,  é o papel do gestor moderno que posa mais para líder do que para chefe, mantendo a tropa sempre motivada a fazer quase qualquer sacrifício para ocupar o lugar mais nobre na mente, na alma e no coração dos clientes.

Tudo isso não seria nada, se ainda não fossemos todos soterrados pelo diuturno tsunami de impostos a que o governo nos submete.

Cada vez mais colocar-se à frente de uma empresa é um ato de paixão, (ou loucura?), uma profissão de fé e uma insofismável demonstração de competência pessoal. Um Viva e um Ave, a quem elege na sua vida a prioridade de servir, procurando fazer sempre o melhor, sendo justo e honesto no sentido mais amplo  que a palavra possa alcançar, para fazer do varejo uma honrosa e honrada atividade que em última análise puxa todas as outras a reboque.

 

Mauro Blankenheim-Publicitário e Professor

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25JAN2012

Um outro D

A Libertadores já era favas contadas. A reconquista do Brasileirão também. Eis que o imponderável e sobrenatural dinheiro, verdadeira força que move o mundo e dita as regras entre os terráqueos, mexe com o sonho quase real da torcida colorada. D’Ale vai para a China. O Inter que se gabava de ter uma capacidade financeira montada em um quadro de mais de 100 mil sócios, perde seu craque para um clube que tem mais torcedores que a população do Brasil. E D’Ale não pode deixar a oportunidade passar em branco.Já é um atleta na segunda metade de sua vida útil como esportista e a China surge como uma aposentadoria de luxo para ele, sua esposa,filhos e netos.Dez milhões de dólares ainda é uma quantia longe do desprezível e não há adaptação e zona de conforto com Porto Alegre que possa competir com um presente como esse.

A vida segue. O clube não fechou com a saída de Falcão, Fernandão ou Nilmar. A diretoria vai à luta. E elege outro argentino de sobrenome iniciado por D, para manter a ilusão de uma peça ofensiva em 3D: Damião, Dagoberto e Dátolo. O problema de substituir um astro é a responsabilidade e a cobrança. Olhem o que aconteceu com Rubinho depois que Senna se foi. Ou com Rivelino e Zico quando Pelé parou. Mal comparando, os torcedores apaixonados vão exigir que o novo camisa 10, produza tanto melhor que aquele que está indo embora.O prazo dado é curto.A exigência é alta.A fome por resultados,imediatista.

O que Datolo tem,que os outros não tem,é um prenome capaz de salvar o Inter e mexer com as expectativas do torcedor: Jesus Alberto Datolo. Convenhamos que se sair ao inspirador do seu batismo, Datolo vai fazer chover. Em campo, e no resto do estado que luta contra a seca. Depois de Christian, mais um meia-atacante com vocação nominal para conquistar tudo que vier pela frente. Jesus Datolo não é goleiro, mas pode ser capaz de operar os milagres que a torcida por um momento julgou sem esperança.

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25JAN2012

Ritmo renova imagem de sua filial de Esteio com painel dentro da REFAP

A Ritmo Veículos de Novo Hamburgo, com 7 filiais na região, recentemente mudou a cara de seu painel da BR-116 em Esteio, chamando para a loja da cidade.

A COMGPS inovou o espaço com uma linguagem moderna e atraente para buscar a atenção do motorista que se desloca diariamente pela rodovia.

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25JAN2012

Adir Fração festeja 70 anos

Adir Fração,cliente da COMGPS por 18 anos,completou 70 anos no último dia 14.

Uma grande festa na Associação Leopoldina Juvenil marcou a data.

Na foto,Mauro Blankenheim com Adir e Laci Fração.

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25JAN2012

Aniversário traumático

Das dezenas de traumas psicológicos que colecionei ao longo de 58 anos, um se destaca na planície: o aniversário em meio às férias. O dia 16 de janeiro, que compartilho com algumas figuras ilustres, escondia a frustração de não receber os presentes de aniversário que eram tradicionalmente incorporados aos de Natal. Funcionava assim:

- “Feliz Natal, Maurinho, (do tempo em que as pessoas ainda podiam me reduzir metricamente) e o presente já vale junto pelo aniversário. Estamos indo pra praia amanhã e só nos vemos em março.”

Claro que os tempos eram outros, não tínhamos casa na praia, o litoral ficava mais distante por causa das estradas, não havia telefone, muito menos celular, TV, ou qualquer equipamento tecnológico que servisse para facilitar a vida das pessoas no seu contato com quem ficava ilhado na cidade calorenta. As férias eram bimestrais, sem interrupção e voltar da praia era literal e figurativamente, uma viagem. Andei fazendo as contas, multipliquei os presentes sonegados ao longo de duas décadas de sofrimento, infância e adolescência, vezes o número avantajado de tios e padrinhos e cheguei a surpreendente soma de 300 mil dólares, que coloquei numa moeda ainda mais estável para neutralizar eventuais perdas econômicas adicionais.

Seria injusto cobrar isso tantos anos depois, imagino, até porque meus tios e padrinhos sempre foram muito legais comigo e especialmente alguns,que compadecidos com a minha marginalidade de verão, acabaram por me carregar junto para Tramandaí, em veraneios inesquecíveis que nem o Dr. Alz e seu sócio Heimer, poderiam num esforço concentrado, tratar de apagar.

Hoje em tempos de Facebook, os reclamados presentes viraram virtuais. Que tal trocar um belo pacote embrulhado com capricho e um laço de fita bem bacana, por um recado no mural do aniversariante? Logo, logo, depois de perdermos as debutantes e os presentes de caixinha, vamos celebrar casamentos com o já ancião scrap.

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16JAN2012

LUTERPREV lança novo produto segmentado

 

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13JAN2012

Sinodal exibe o maior outdoor na BR116 RS

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12JAN2012

Espasmos cardíacos

Para quem investe o seu rico tempo torcendo pelo imprevisível time do Inter, o fim de semana que passou representou mais um teste cardíaco que deveria ser usado pelas indústrias médico-hospitalares globais como benchmarking em teste de desempenho vascular. Acostumado a levar sufoco de qualquer time desde o Gauchão passado, o Inter submete seu torcedor a duros testes de ressuscitamento, a cada período pós-gol marcado. Ainda no domingo último, depois de construir com dificuldade hercúlea o dois a zero, tratou de novamente tornar o jogo emocionante ao levar, dois minutos depois, o gol que levantaria nossa pressão sanguínea. Definitivamente o Inter não está acostumado a sofrer pressão de espécie alguma, nem psicológica, nem física, nem barométrica. É um verdadeiro avião de elenco cuja cabine está em permanente despressurização, com máscaras de oxigênio em queda livre à disposição do torcedor mais fleumático. Incrível é que depois de 28 rodadas, cerca de meio ano,  tenha alcançado seu objetivo maior, ficar entre os quatro primeiros. Isso praticamente resolve a dúvida se o campeonato está nivelado por cima ou por baixo. Acho que é pelo meio. Nem em cima, nem em baixo. Mediano, medíocre, miserável. Ou como pode uma equipe que tenha adotado o sistema retranca vulnerável como tática, avançar num campeonato de pontos corridos? Não compactuo da avaliação da crônica especializada, em geral, que elogia o potencial do time colorado. Acho que ela mais anima o torcedor do que qualquer outra coisa. Os jogos que tenho visto são outros. Aliás o Inter lembra em muito a Seleção Brasteixeira. Os jogadores, todos de relativo talento, parecem ter sido apresentados no café da manhã de domingo. Cada passe é uma apoteose, quando sai certo. Não tem liga, não tem mecânica, as jogadas não-ensaiadas fluem com extremada dificuldade. Resta saber o que vai prevalecer no fim do Brasileirão: o salário atrasado do Ronaldinho Gaúcho ou o Grenal do novo século?

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23NOV2011

Fazendo acontecer

Uma parceria que envolveu a COMGPS, a FEEVALE e o cliente Entremalhas viabilizou a confecção do calendário-presente 2012 da RP2. A escola de moda da Feevale entrou com o know-how, a Entremalhas com os tecidos e a RP2 registrou o making-off. Tudo com o apoio e o meio-de-campo da agência.

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21NOV2011

Gráfica Pallotti é mais uma vez reconhecida por excelência em seus trabalhos

O Prêmio Coletiva.Net elegeu 44 empresas e profissionais nesta terça
dia 8 de novembro no Teatro Bourbom Country.
Em uma homenagem que contemplou os melhores da Comunicação e do Marketing no estado em 2011.
A Gráfica Pallotti foi agraciada com o prêmio na categoria Serviços Especializados.


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11NOV2011